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domingo, 13 de maio de 2012

Cadê meu Android?


Pode acontecer com qualquer um: você sente um “vazio” no bolso e de repente nota que seu smartphone não está mais lá. Você pode ter deixado ele em algum lugar (no restaurante, no escritório, ou mesmo em casa) ou, pior, ele pode ter sido roubado.

Além do dano material (afinal de contas, um smartphone não custa barato), também há o risco de vazamento de informações pessoais. Se seu aparelho tem aplicativos do Twitter, Facebook, de seu banco ou uma conta do GMail ativa, quem tiver ele em mãos terá acesso a estes serviços, poderá postar mensagens em seu nome e até alterar senhas, “sequestrando” sua vida digital.

O ideal, claro, é recuperar o aparelho. Mas caso isso não seja possível, é necessário ao menos limitar o acesso às suas informações pessoais. Por sorte há aplicativos Android que ajudam em ambos os casos, e alguns deles são gratuitos.

ATENÇÃO: se você conseguir localizar um smartphone que foi roubado, não tente ir atrás dele sozinho, ou você pode se machucar. O ideal é entrar em contato com a polícia e repassar as informações a ela. Um gadget não vale sua vida: mantenha sempre a sua segurança em primeiro lugar.

Prevenção

“Seguro morreu de velho”, diz o ditado. Para evitar que estranhos tenham acesso às suas informações pessoais caso seu smartphone seja perdido ou roubado, defina uma senha de acesso. Ela será necessária sempre que você “acordar” o aparelho, e pode ser uma senha tradicional (como uma palavra ou frase), numérica (com até quatro dígitos) ou um padrão de pontos desenhado na tela.

Para isso, vá em Configurações / Local e Segurança / Configurar bloqueio de tela. Escolha o tipo de proteção que quer e siga as instruções na tela. Não se esqueça do padrão/senha/código que definiu, pois ele será necessário sempre que você quiser usar o aparelho, mudar a senha ou para apagar todos os dados e restaurá-lo à configuração de fábrica.

MOTOBLUR, ao resgate!

O pior aconteceu e seu smartphone já era, e agora? Se você tem um aparelho produzido pela Motorola, já tem um localizador grátis. O recurso é parte do serviço MOTOBLUR, integrado à maioria dos aparelhos da empresa.

Para saber onde está seu aparelho, acesse o portal MyMOTOBLUR e faça login com seu usuário e senha do serviço, que você definiu quando criou sua conta BLUR ao ligar o smartphone pela primeira vez. Depois, clique na aba Localize o Telefone e clique no botão Atualizar localização. Após alguns minutos um ponto no mapa indicará a posição aproximada do aparelho, com precisão de 60 metros. Para que isso funcione, o aparelho precisa estar ligado e com o GPS ativo.

MOTOBLUR: grátis em quase todo smartphone Android da Motorola


Você pode também bloquear o telefone remotamente (opção Bloquear Telefone, na aba Apague seus dados). Com isso ele passa a pedir uma senha, que é definida por você, portanto quem estiver de posse dele não conseguirá usá-lo.

Ou, se conseguir localizar o aparelho mas decidir que não vale a pena correr atrás dele, você pode apagar remotamente todas as informações com a opção Apagar telefone (na mesma aba). Infelizmente ela não apaga o cartão de memória, então eventuais fotos e documentos que estejam lá ainda poderão ser acessados.

O “Plano B”

Plan B é um aplicativo gratuito do Lookout Labs que ajuda a localizar um aparelho perdido. O interessante é que ele usa a capacidade de instalação remota de aplicativos do Android Market, o que permite que ele seja instalado em um smartphone mesmo que o aparelho não esteja mais com você.

Funciona desta forma: assim que seu aparelho for “extraviado”, acesse o Android Market em um PC (market.android.com) e abra a página do Plan B (basta buscar pelo nome). Clique em Instalar, selecione seu aparelho na lista Enviar para... e clique no botão Instalar. Assim que seu aparelho se conectar a uma rede, seja 3G ou Wi-Fi, o aplicativo será instalado.

A partir daí, e durante 10 minutos, o Plan B irá enviar mensagens para seu endereço de e-mail (o mesmo associado ao Android Market) com as coordenadas do aparelho e sua posição em um mapinha. O primeiro e-mail provavelmente mostrará apenas uma idéia geral da localização, com baixa precisão, mas ela será refinada nos e-mails seguintes.

Se depois de 10 minutos você não conseguir encontrar o aparelho, pode pedir uma nova tentativa de localização. Basta mandar para o aparelho uma mensagem de texto com o comando LOCATE (tudo em maiúsculas). Claro, isso presume que seu SIM Card ainda esteja no aparelho, e que ele esteja ligado.

O Plan B é gratuito, mas não tem recursos como bloqueio do aparelho ou exclusão remota de arquivos. Para isso você precisa da versão Premium de um outro produto da mesma fabricante, o Lookout Mobile Security.

Lookout Mobile Security: 1001 utilidades

O Lookout Mobile Security é um pacote de segurança que inclui, além de localizador, um anti-vírus e serviço de backup na web dos contatos e histórico de chamadas no aparelho.

Há duas versões: uma gratuita, com os recursos acima, e a “Premium” (que você pode experimentar sem compromisso por 14 dias), que também inclui backup online de fotos, a capacidade de bloquear ou apagar remotamente um smartphone perdido, navegação segura (que evita que você seja vítima de malware ou phishing via e-mail ou mensagens de texto) e um “Privacy Advisor”, que indica quais aplicativos podem estar acessando informações “sensíveis”.

Ele funciona de forma similar ao MOTOBLUR: depois de instalar o aplicativo e configurá-lo (você precisará criar uma conta gratuita no serviço MyLookout.com), você pode “esquecer” que ele existe. Se precisar localizar seu celular, basta acessar mylookout.com em um PC ou outro smartphone, fazer login com seu usário e senha e clicar na opção Missing Device. Clique no botão Locate... e aguarde. Se o aparelho estiver ligado e conectado a uma rede, em poucos minutos irá surgir na tela um mapinha dizendo onde ele está. Se você tem a versão Premium do aplicativo aproveite a chance e bloqueie seu smartphone (botão Lock...) com uma senha, para que ninguém possa usá-lo.

                       Lookout Mobile Security: localização e proteção contra vírus


E aí entra em ação um recurso divertido: assim como no MOTOBLUR, a localização não é exata e achar o aparelho ainda pode ser difícil. Mas quando você estiver na vizinhança, clique no botão Scream... para fazê-lo “gritar”. O aparelho irá soar uma sirene a todo volume, e aí basta seguir o som.

Como último recurso, você pode apagar remotamente o aparelho (botão Wipe..., apenas nas versão Premium). Isso apaga todos os aplicativos e arquivos da memória interna, restaurando-o ao estado em que estava quando saiu da caixa. Após um wipe o Lookout deixará de funcionar (o aplicativo também é apagado durante o processo), mas pelo menos você pode ter a certeza de que ninguém terá acesso às suas informações pessoais.


9 ajustes poderosos no registro do Windows 7


O que é o registro do Windows? Pense nele como um gigantesco depósito, um banco de dados unificado, hierárquico e de fácil acesso que armazena cada uma das configurações de seu sistema (e uma tonelada de informação adicional). Sem ele, seu computador com Windows não passa de um peso de papel. Danifique-o e você terá um problemão em suas mãos. Entretanto, se você entende o que está fazendo, pode usá-lo para modificar praticamente qualquer parâmetro do Windows que desejar.

Abaixo, listamos nossos ajustes e dicas de registro favoritos. Não se esqueça: você provavelmente não verá os resultados de suas modificações até reiniciar o computador.


Faça um backup!

Antes de começar a “brincar” com o registro, faça um favor a si mesmo e crie um backup das preciosas informações contidas nele. Vamos avisar só mais uma vez: se você danificar o registro, pode não ser nem capaz de carregar o Windows para corrigir o erro.

Para fazer um backup da forma mais fácil basta criar um ponto de restauração do sistema. Abra o Painel de Controle, clique em Sistema e em Proteção do sistema na lista de opções na lateral esquerda da janela. Clique no botão Criar... e siga as instruções para criar um ponto de restauração do sistema. Simples assim.

Você também pode fazer um backup apenas do registro usando o Editor do Registro (regedit), o mesmo programa que você usará para fazer as alterações. Clique em Iniciar e digite regedit na caixa de busca. Na janela do programa clique com o botão direito do mouse em Computador e selecione a opção Exportar. Uma cópia completa do registro será feita em um arquivo .reg.

Adicione os itens “Copiar para” e “Mover para” aos menus do Windows Explorer

Se você nunca gostou desse negócio de arrastar e soltar, pode editar o registro para adicionar as opções Copiar para pasta... e Mover para pasta... aos menus contextuais do Windows Explorer. Um clique em um destes itens abrirá uma lista com seus discos e pastas, e com outro clique você indica para onde os arquivos devem ir.

No Editor de Registro, vá até a chave HKEY_CLASSES_ROOT\AllFilesystemObjects\shellex\ContextMenuHandlers. Clique com o botão direito na chave ContextMenuHandlers e selecione Nova / Chave. Dê a ela o nome de CopyTo. Clique nela, dê um duplo-clique no valor (Padrão) no lado direito da janela e digite {C2FBB630-2971-11D1-A18C-00C04FD75D13} em Dados do valor.

Para criar o comando Mover para pasta... execute os mesmos passos, mas crie uma chave chamada MoveTo e use {C2FBB631-2971-11D1-A18C-00C04FD75D13} nos Dados do valor.

Desligue o Aero Snap

Por padrão as janelas no Windows 7 são atraídas para os cantos da tela automaticamente, como um pedaço de metal puxado por um imã. A Microsoft chama este recurso de “Aero Snap” e ele pode ser muito útil na hora de trabalhar com dois documentos lado-a-lado, por exemplo. Mas e se você simplesmente quer arrastar uma janela para o canto da tela sem que o sistema operacional controle seu tamanho e posição? Nesse caso basta desativar o Aero Snap usando o registro.

Navegue até a chave HKEY_CURRENT_ USER\Control Panel\Desktop. Lá, procure por um item chamado WindowArrangementActive, que por padrão tem o valor 1. Dê um duplo-clique no item, mude o valor para 0, e o Aero Snap já era.

Mude o comportamento das miniaturas das janelas

Se você parar o cursor do mouse sobre um ícone na barra de tarefas por uma fração de segundo, verá uma “miniatura” com o conteúdo exato da janela do programa que o ícone representa. Legal, não? Mas se você é impaciente e quer uma miniatura na hora, sem espera nenhuma, está com sorte. Há uma chave do registro para isso.

No Editor de Registro navegue até a chave HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\ CurrentVersion\Explorer\Advanced. Clique com o botão direito do mouse em um espaço vazio no painel direito da janela e selecione a opção Novo / Valor DWORD (32 Bits). Dê a ele o nome de ExtendedUIHoverTime. Dê um duplo-clique nele, substitua 0 por 1 em Dados do valor e mude a Base para Decimal.

Mude seu nome no Windows

Esse é divertido: quando você instala o Windows o sistema pergunta seu nome, o nome de sua organização e o nome que você quer dar para a máquina. O problema? Você pode mudar o nome da máquina o quanto quiser no Painel de Controle, mas não pode mudar o nome da pessoa para quem o sistema está registrado.

Para corrigir isso vá até a chave HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion. Você verá uma variedade de itens no lado direito da janela. Dê um duplo-clique no item RegisteredOwner e em Dados do valor coloque o nome que você quiser.

Desabilite o “reboot” automático após uma atualização

O Windows Update é uma das melhores ferramentas do sistema, já que pode baixar e instalar atualizações sozinho, sem que você tenha que se preocupar com elas. Infelizmente ele também tem o péssimo hábito de reiniciar o seu computador automaticamente quando você termina, o que pode ser um incômodo (fazendo você reabrir as abas do navegador) ou um desastre (se você não tiver salvo sua tese de mestrado).

Felizmente é possível desabilitar o “reboot” automático. Navegue até a chave HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\Policies\Microsoft\Windows. Clique com o botão direito do mouse nela e selecione a opção Novo / Chave. Chame-a de WindowsUpdate. Agora clique com o botão direito do mouse nesta chave, selecione novamente Novo / Chave e crie uma outra chave chamada AU. A hierarquia deve ser:

HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\Policies\Microsoft\Windows\WindowsUpdate\AU.

Clique na chave AU e depois clique com o botão direito em um espaço vazio no painel direito da janela. Selecione a opção Novo / Valor DWORD (32 Bits). Chame-o de NoAutoRebootWithLoggedOnUsers. Dê um duplo-clique neste novo item e mude o valor de 0 para 1.

Faça seu PC mostrar a “tela azul” quando quiser

Não sei pra quê alguém usaria este recurso, mas ele existe: se você mudar alguns valores no registro, pode fazer seu PC mostrar a “tela azul da morte” sempre que segurar Ctrl e teclar Scroll Lock duas vezes (só funciona com teclados USB). Deve ser ótimo para quando você precisa de uma desculpa para enrolar no trabalho.

Navegue até a chave HKEY_LOCAL_MACHINE\System\CurrentControlSet\Services\kbdhid\Parameters. Clique com o botão-direito do mouse em um espaço vazio no painel direito da janela e selecione a opção Novo / Valor DWORD (32 Bits). Dê a este item o nome de CrashOnCtrlScroll. Agora dê um duplo-clique nele e mude o conteúdo de Dados do valor de 0 para 1. E prepare-se para o impacto!

Esconda itens inúteis no Painel de Controle

Você acha que o Painel de Controle do Windows tem itens que você nunca irá usar? Quando foi a última vez que você precisou mexer nas configurações no Gerenciador de Credenciais? ou em Telefone e Modem? ou no Windows CardSpace? Infelizmente o Painel de Controle não é que nem uma janela do Windows Explorer, e não é possível mover ou excluir itens. A não ser que você peça uma ajudinha ao registro.

Navegue até a chave HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Policies\Explorer. Se não houver uma chave Explorer debaixo de Policies, crie-a. Clique em Explorer, clique com o botão direito do mouse em um espaço vazio no painel direito da janela selecione Novo / Valor DWORD (32 Bits). Chame-o de DisallowCpl, dê dois cliques sobre ele e mude o conteúdo de Dados do valor de 0 para 1.

Agora clique com o botão direito do mouse sobre a chave Explorer e crie uma nova chave abaixo dela chamada DisallowCpl. Selecione-a, clique com o botão direito do mouse em um espaço vazio no painel direito da janela e crie um novo Valor da Cadeia de Caracteres. Para cada ícone do Painel de Controle que você quiser ocultar, você precisará criar uma série de valores da Cadeia de Caracteres em ordem numérica: ou seja, para esconder dois ícones você precisará criar um valor 1 e um 2. Os números devem ser sequenciais para que a dica funcione.

O valor de cada Cadeia de Caracteres deve ser idêntico ao nome do item do Painel de Controle que você quer ocultar (ex: Programas e Recursos ou Central de Ações).

Esconda a opção de busca por programas na web

Dê um duplo-clique em um arquivo que o Windows não reconhece e você verá a velha janela perguntando se você quer usar a internet para encontrar um programa que possa abrí-lo. Alguém aí usa essa função? Nós não, e ficamos felizes em saber que existe um ajuste simples no registro para eliminar para sempre esta janela.

Encontre a chave HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Policies\Explorer. Clique sobre ela, clique com o botão direito do mouse em um espaço vazio no painel direito da janela e selecione a opção Novo / Valor DWORD (32 Bits). Dê a ele o nome de NoInternetOpenWith, dê um duplo-clique sobre ele e mude os Dados do valor para 1.


Pregue uma peça em alguém

Você divide seu desktop ou laptop com outras pessoas? Quer deixar uma mensagem engraçadinha para elas que será exibida sempre que eles se logarem no PC? Existe um ajuste no registro que faz com que uma mensagem apareça no início de cada sessão, e força os usuários a clicar nela antes de prosseguir com o logon.

Navegue até a chave HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\Microsoft\Windows\Current Version\Policies\System. Dê um duplo-clique no item legalnoticecaption. Qualquer coisa que você digitar em Dados do valor será o cabeçalho de sua mensagem. Dê um OK e um duplo-clique em legalnoticetext. Aqui, coloque em Dados do valor o texto da mensagem. Seja criativo!

Abra programas “num instante” no Windows 7


Usuários que migram do Windows XP para o Windows 7 muitas vezes ignoram um dos melhores recursos do novo sistema: um Menu Iniciar mais “amigável” ao teclado. Você pode abrir qualquer programa instalado em seu PC simplesmente pressionando algumas teclas, sem a necessidade de um “lançador” para isso, como o popular Launchy.

Há várias formas “tradicionais” de abrir um programa. Você pode minimizar todas as janelas abertas, encontrar o ícone do programa no desktop e dar um duplo-clique nele. Ou clicar em Iniciar, no item Todos os programas e vasculhar o menu até encontrar o que deseja.

Mas ambos os métodos consomem tempo e exigem o uso do mouse. Como um viciado em atalhos de teclado, prefiro resolver o problema com meus próprios dedos: basta apertar a tecla Windows, digitar as 3 ou 4 primeiras letras do nome do programa e teclar Enter quando o resultado surgir no menu. Ou seja, posso digitar itu para abrir o iTunes, chr para o Chrome, exc para o Excel ou blo para o Bloco de Notas.

Raramente é necessário digitar mais do que três letras. E nas poucas vezes em que preciso alcançar o mouse são em casos como exp , que mostra nos resultados tanto o Internet Explorer quanto o Windows Explorer.

Esta dica vai lhe salvar apenas alguns segundos aqui e ali, mas depois que você formar o hábito de abrir programas desta forma, nunca mais irá buscar o mouse para isso. É o meio mais rápido e fácil de abrir um aplicativo, e o que menos perturba meu ritmo de trabalho.

O que importa na hora de comprar um tablet


Depois do sucesso do iPad, o mercado de tablets explodiu. O aparelho da Apple não inventou a categoria: notebooks "conversíveis" com telas sensíveis ao toque e reconhecimento de escrita, rodando Windows, já existiam há alguns anos, mas o iPad foi o primeiro tablet a fazer sucesso entre os consumidores e com seu baixo peso, tela enorme e longa autonomia de bateria praticamente definiu o que se espera de um tablet moderno.

Praticamente todos os fabricantes, de A (Acer) a Z (ZTE), tem um tablet nas lojas, ou planos para lançar um muito em breve. As configurações são as mais variadas possíveis, indo de aparelhos com telas de 7" até as 10.1", assim como a faixa de preço: você pode pagar R$ 350 por um tablet de procedência desconhecida ou R$ 2.600 por um iPad 2 com 3G e 64 GB de memória interna.




Com tantas opções fica difícil escolher, e erra quem pensa que todos os tablets são iguais. Um modelo com câmera de 5 MP é realmente melhor que um com câmera de 3 MP? 3G é mesmo necessário? Tela de 7" ou de 10"? Para responder a estas perguntas elaboramos este guia, com o que não importa, o que às vezes importa e o que realmente importa na hora da compra.

Preço e capacidade de memória: fique de olho

Cuidado com as "pechinchas": as lojas estão cheias de tablets "baratinhos" de fabricantes desconhecidos que são um verdadeiro desperdício de dinheiro. Há alguns pontos em comum: todos tem uma tela de 7", aceitam "modem 3G" (geralmente com o uso de um adaptador), e se parecem com um iPad que encolheu (com direito ao botão "Home" logo abaixo da tela). Alguns tem até TV (digital ou analógica), e todos tem um preço atraente: entre R$ 350 e R$ 600 reais.

Mas o maior ponto em comum é que todos são horríveis. A tela usa tecnologia resistiva e não responde bem aos toques. A qualidade de imagem é ruim. O desempenho é baixo, mesmo em tarefas simples como a navegação na web (se puder, tente acessar um site como o nosso e role a tela. Se o tablet engasgar, fuja). E a autonomia de bateria é invariavelmente ruim, às vezes menos de duas horas por carga, com tempo de recarga de 4 horas ou mais. Um bom exemplo destes aparelhos é o Smart Tablet T7 da Digital Life, que analisamos há alguns meses.

Comprar um tablet destes é certeza de decepção. Sabemos que o preço às vezes é irresistível, e é fácil tentar racionalizar a escolha pensando "Ah, não vou usar muito", mas seja forte. A dica é: se você nunca ouviu falar da marca, não compre.

Quanto à memória, vale o ditado: "Cautela, canja de galinha e espaço em disco não fazem mal a ninguém". Tablets são dispositivos para consumo de mídia, como vídeos e fotos, e estes arquivos exigem muito espaço em disco. Na hora de decidir a compra, opte pelo modelo com a maior capacidade de memória que puder.

16 GB é um começo, mas quando mais, melhor. Se o tablet tiver entrada para cartões microSD, melhor ainda: significa que se você abarrotar a memória interna de músicas pode expandí-la com cartões que são pequenos e fáceis de encontrar, e estão disponíveis em modelos com capacidade de até 32 GB.

O que não importa

Câmera: na maioria dos tablets atualmente no mercado a câmera serve mais como uma "conveniência", para que você não perca um momento, do que como um recurso realmente importante.




Os tablets são desajeitados demais para substituir uma câmera de bolso, e mesmo os sensores de 5 MP na maioria dos modelos com o sistema operacional Android produzem imagens de qualidade apenas mediana, que não se igualam às produzidas por um bom smartphone ou mesmo uma câmera digital doméstica básica. O mesmo vale para o "vídeo em HD" gravado pelos aparelhos: a resolução é realmente HD (1280 x 720 pixels), mas a qualidade da imagem (em termos de cor, nitidez, contraste e exposição) deixa a desejar.

O que às vezes importa

Tamanho e peso: O tamanho e o peso de um tablet influenciam com que frequência e como ele será usado. Se ele for grande e pesado demais, você irá pensar duas vezes antes de colocá-lo na bolsa em uma viagem. Se a tela for pequena demais, pode não ser o ideal para quem quer jogar ou assistir filmes.

Por isso, é importante pensar em como você irá usar o tablet. Se você pretende usá-lo como livro eletrônico (e-Book), para ler e-mails, navegar na web e acessar redes sociais, um modelo leve e com tela de 7" como o Samsung Galaxy Tab original ou Positivo Ypy 7" pode ser o suficiente. Se pretende assistir filmes e séries ou jogar, é melhor investir em um aparelho com tela de 10" como o Motorola Xoom. Modelos com tela de 8.9" são um meio-termo bastante interessante, mas no momento só há um modelo nessa categoria no mercado nacional, o Samsung Galaxy Tab 8.9" 3G.

Conexão 3G: Outro recurso que depende da forma de uso. Conexão à internet em qualquer lugar é com certeza uma idéia interessante, mas lembre-se de que você precisará contratar um plano de dados com uma operadora, o que implica em um custo mensal. E aparelhos com 3G integrado são um pouco mais caros que as versões apenas com Wi-Fi.

Se você vai usar o tablet apenas em casa, não precisa de um modelo com 3G. Mas se planeja usá-lo "na rua" durante o dia todo, 3G é essencial para se manter conectado. Se você tem um smarthone Android ou um iPhone, tem uma terceira opção: comprar um modelo Wi-Fi e compartilhar a conexão 3G do celular com o tablet via "Tethering", recurso também chamado de "Ponto de Acesso Móvel", "Roteador Wi-Fi" ou "Wireless Hotspot".

O que realmente importa

Autonomia de bateria: Tablets são a representação perfeita da computação móvel, mas não há mobilidade se você precisa procurar uma tomada a cada duas horas. A autonomia de bateria de um tablet deve ser de no minimo seis horas, quanto mais melhor.

Aplicativos: Seu tablet pode ter um processador quad-core, câmera de 12 MP e 256 GB de memória interna com conexão 5G. Mas mesmo assim vai ser um peso de papel se você não tiver software, ou "apps", para rodar nele. São elas que permitem que você navegue na internet, leia e responda a e-mails, atire pássaros enfurecidos contra porcos ou assista vídeos. No final das contas o hardware é apenas uma "janela" para o software.

Nesse ponto o sistema da Apple, o iOS, leva larga vantagem: já são mais de 140 mil aplicativos otimizados para o iPad e iPad 2, segundo a empresa. Tablets com o sistema Android 3.x "Honeycomb", da Google, saem perdendo com um catálogo muito menor, embora a Google não divulgue números detalhados. Isso não quer dizer que não há aplicativos, apenas que a variedade é menor. Felizmente a situação tende a melhorar, especialmente com a chegada do Android 4.x "Ice Cream Sandwich", prevista para 2012.

Não importa se rodam Windows, iOS ou Android, os tablets são uma evolução natural da idéia do computador pessoal e vieram para ficar. E com um pouco de cuidado na escolha, você também poderá tirar proveito de toda a praticidade e versatilidade que eles tem a oferecer. Boas compras!


Receba alertas do Google Agenda via SMS



O Google Agenda (Google Calendar, nos EUA) é uma ferramenta incrivelmente útil para organizar os compromissos no seu dia-a-dia. O problema é que você precisa estar “online” para acessá-lo. Um alerta uma hora antes de uma reunião às 8:00 não adianta muito se você já está longe do computador às 06:45.

Se você tem um smartphone ou tablet Android, não há problema: o calendário de seu aparelho é sincronizado com a versão online sempre que há uma conexão disponível. Fazer a mesma coisa com um iPhone, iPad ou iPod Touch também não é muito dificil, basta seguir estas instruções.

Mas você não precisa de um smartphone caro para ser pontual: é possível configurar o Google Agenda para que envie lembretes de seus compromissos para qualquer celular, via SMS. Basta seguir os passos abaixo.

Abra o Google Agenda e clique no ícone da engrenagem que fica na barra preta, no canto superior direito da tela. Escolha a opção Configurações do Google Agenda. No topo da página, clique em Configuração de celular. Indique seu país, digite o número de seu celular (digite +55, o DDD com dois dígitos e o número) e clique no botão Enviar código de confirmação. Em alguns segundos seu aparelho deve receber um SMS com um código numérico, digite-o no campo Código de confirmação e clique em Concluir configuração.

Com tudo configurado, agora é só pedir para ser lembrado no celular. Ao editar os detalhes de um compromisso no Google Agenda clique no menu ao lado do item Lembretes e escolha a opção SMS. Indique quanto tempo antes do compromisso você quer ser lembrado e na hora marcada seu celular irá “bipar” com um lembrete. Agora a única desculpa para chegar atrasado será o trânsito!

Coloque seus DVDs dentro do smartphone



Se você tem uma grande coleção de DVDs e um smartphone Android, especialmente os modelos com telas grandes como o Samsung Galaxy S, Samsung Galaxy S II, Motorola Atrix ou Motorola RAZR, só para citar alguns exemplos, porque não combinar os dois e criar uma biblioteca portátil de vídeos?

O processo de “ripar” um DVD e convertê-lo em um vídeo que possa ser reproduzido no smartphone já foi algo complexo, mas hoje em dia bastam dois programas fáceis de usar e algumas horas. O resultado será uma versão “de bolso” de seus filmes favoritos, com recursos como múltiplas trilhas de áudio, capítulos e legendas, que não deixa nada a desejar aos discos em sua prateleira.

Preparativos

Para converter seus filmes você vai precisar de dois programas, ambos gratuitos e multiplataforma. Ou seja, rodam tanto em PCs com Windows quanto em Macs. São eles:

MakeMKV: Ele é o “ripper”, o programa que vai extrair (“ripar”, no jargão) os arquivos de áudio, vídeo e legendas do DVD e empacotá-los em um arquivo MKV que pode ser facilmente convertido com um outro programa

Handbrake: Ele é o “encoder”, o programa que vai pegar o arquivo MKV gerado pelo MakeMKV e convertê-lo (processo apelidado de “encoding”) para um formato compatível com o smartphone.

Você vai precisar também de espaço em disco. Até 8 GB para o arquivo MKV (dependendo do filme) e mais alguns GB para o filme convertido e arquivos temporários. No geral, recomendo no mínimo 12 GB de espaço livre em disco se você quiser seguir nossas instruções.

Para assistir o filme convertido você precisará instalar o Dice Player em seu smartphone Android. Gratuito, ele é um dos melhores media players para a plataforma: é compatível com múltiplos formatos de áudio e vídeo, suporta legendas e é capaz de reproduzir vídeo em alta-definição em uma variedade de aparelhos. Se você tem um vídeo que não “toca” no player padrão de seu smartphone, experimente no Dice Player.

Ripando

O primeiro passo é extrair o áudio, vídeo e legendas de seu DVD. Insira o disco com o filme no drive e abra o MakeMKV. Após alguns instantes você deve ver a janela abaixo.


Clique no botão com ícone de um DVD e um HD (Open DVD Disc) para “abrir” o DVD. O programa irá analisar o disco, vasculhando seu conteúdo e determinando o sistema de proteção anticópia em uso (e como burlá-lo). Depois de alguns minutos você verá outra janela:



Ela lista os vários “títulos” no disco. O filme é geralmente o título (Title) maior ou mais longo. Clique na setinha ao lado dele para selecionar os itens (idiomas e legendas, ou "Audio" e "Subtitles") que lhe interessam, e desmarque todo o resto. Clique no botão Make MKV (o HD com uma seta verde) para criar o arquivo MKV com o conteúdo selecionado. O processo deve demorar alguns minutos (cerca de 30 é a média, talvez mais, talvez menos), dependendo da velocidade de seu computador, do HD, do drive de DVD e do próprio DVD.

Quando o MakeMKV terminar a extração você deve ter em seu HD, dentro da pasta C:\Video, um arquivo .MKV de vários GB com seu filme. Agora é hora de convertê-lo em algo que seu smartphone possa tocar.

Convertendo

Abra o Handbrake, clique no botão Source, clique em Video File e indique o arquivo .MKV que foi criado com o MakeMKV. Clique no botão Browse próximo ao campo File (sob Destination) e escolha o lugar onde o arquivo convertido será gravado e seu nome.

Na lista de Presets à direita da janela do Handbrake selecione ”iPhone 4”. Com isso iremos criar um arquivo m4v compatível com os aparelhos da Apple, e que também toca perfeitamente em smartphones Android.



Clique na aba Audio. Aqui iremos especificar quais trilhas de áudio do DVD iremos incluir no arquivo final, ou seja, na hora de assistir o filme poderemos escolher entre o áudio original ou a dublagem (se ela existir no DVD). Clique na setinha ao lado do botão Add Track e escolha Add All. Todas as trilhas de áudio que você selecionou lá no MakeMKV devem aparecer na lista.

Agora clique em Subtitles, e novamente clique na setinha ao lado do botão Add e em Add All. Todas as legendas que você selecionou no MakeMKV devem aparecer na lista. Agora é só clicar no botão Start no topo da janela do Handbrake e esperar.

O processo de conversão é demorado. Um PC com um processador hexa-core Intel Core i7 3960X de 3.3 GHz e 8 GB de RAM levou cerca de 40 minutos para converter um filme de 2 horas e 20 minutos. Um MacBook Air com um processador dual-core Intel Core i5 de 1.6 GHz e 4 GB de RAM levou cerca de 3 horas. Já um PC com um processador dual-core Intel Core 2 Duo de 2.9 GHz e 4 GB de RAM levou mais de 6 horas. Deixe o micro trabalhando e vá dormir.

Tocando

O resultado de todo o processo deve ser um arquivo com a extensão .m4v de cerca de 1.5 GB (o tamanho pode variar de acordo com o filme, quantidade de trilhas de áudio, etc), que é o seu DVD convertido. Agora basta copiá-lo para o cartão de memória de seu smartphone Android usando um cabo USB e tocá-lo com o Dice Player. O arquivo .MKV criado no primeiro passo pode ser apagado.

Na hora em que você abrir o vídeo o app perguntará qual legenda você quer usar. Para mudar a trilha de audio toque no botão Menu e em Select Audio Track. Para mudar a legenda, toque Menu e em Subtitle Language.




...ou no PC, com o VLC

Você também pode assistir este filme no computador usando o VLC, um dos melhores players da atualidade. O programa é gratuito, roda em PCs com Windows, com Linux e em Macs e toca praticamente qualquer formato de vídeo que você puder encontrar. Depois de instalá-lo, abra o filme clicando em Mídia/Abrir Arquivo, selecione o idioma do áudio clicando no menu Áudio/Trilha de Áudio, e as legendas clicando em Video/Trilha de Legendas. Bom filme!



quinta-feira, 10 de maio de 2012

6 dicas para manter seu perfil saudável no Facebook

O acesso à internet ampliou as possibilidades de acesso às informações e diminuiu diversos espaços físicos. Neste processo evolutivo, as redes sociais sugiram para promover o engajamento a favor de determinadas ideias, além de aglutinar pessoas em grupos de interesse em relação a alguma causa. Sob esta realidade, o Facebook despontou como a maior e principal mídia colaborativa já que, todos os dias, processa 26 bilhões de conteúdos, promove 2 trilhões de cliques e conta com mais de 400 milhões de visitas à sua rede. Além de estimular o compartilhamento de conteúdo entre diversos públicos, a rede social atrai, cada vez mais, os olhares dos malfeitores virtuais e cibercriminosos. Por isso, a Norton separou algumas dicas para que o internauta possa se prevenir de vulnerabilidades e armadilhas na rede. Veja as dicas nas páginas a seguir.

  Curtir e compartilhar

 Esta é a fraude mais comum no momento e, geralmente, o usuário é estimulado a curtir e compartilhar certo conteúdo para receber algum tipo de prêmio ou acesso a algo prometido. Também existe a variação de quando a pessoa é imediatamente direcionada a responder uma pesquisa ao endossar determinada informação. Para se ter uma ideia, cada questionário respondido rende ao autor da enquete uma comissão que varia entre US$ 0,50 e US$ 20. E mais: o moderador ganha o "direito" de acessar informações sigilosas. Na maioria das vezes, é muito difícil distinguir se o conteúdo é maléfico ou não. Por isso, a recomendação é que os usuários estejam sempre atentos ao acessarem qualquer tipo de dado, principalmente, se forem questionados por informações pessoais. Ser cético e crítico são opções sempre válidas. De qualquer forma, ao identificar uma ameaça, as pessoas podem reportar e marcar o conteúdo com Spam, informando ao Facebook.
 
  conteúdos invisíveis

 Ao acessar alguma informação que lhe é interessante, o usuário pode estar, na verdade, curtindo um conteúdo invisível, que pode ser danoso. Por exemplo, as pessoas acreditam que clicaram para assistir um vídeo, mas, na verdade, estão dando um "Like", sem saber do que se trata. O alerta vale para os internautas terem cuidado constante no acesso aos links, assim como no teor das mensagens, principalmente, aquelas que promovem imagens e vídeos. Aplicações maliciosas Esta é uma das mais velhas fraudes encontradas no campo da social media. Atualmente, ocupa a terceira posição no ranking, sendo que, até o final de 2010, era elencada como a principal forma de ameaça. Geralmente, o público é atraído a instalar aplicações maliciosas, acreditando que são indicadas pelo Facebook. Porém, ao acessar um conteúdo duvidoso, o usuário permite que o fraudador acesse o seu perfil e publique informações a partir dele. Por isso, é extremamente importante que se tome cuidado ao baixar uma aplicação. Atenção redobrada para aqueles Apps que demandam muitas permissões e questionam demais. Na dúvida, não instale nada. Marcar imagens e fotos Uma atividade comum no Facebook é colocar uma tag (marcação, em inglês) de amigos em fotos, imagens e mensagens, promovendo uma interação ainda maior entre as pessoas. Mas é necessário ter cuidado porque, algumas vezes, o navegador social pode ter uma surpresa e ser marcado sem reconhecer do que se trata a informação. Ao ser apontado, a pessoa recebe em seu e-mail uma notificação e, por curiosidade, logo clica para saber qual é a mensagem ao qual foi atrelada. Aí que está o perigo. Existem três iniciativas a serem tomadas, quando se percebe a situação duvidosa: direcionar o perfil à lista pessoal de bloqueados, desabilitar a marcação na imagem que direciona ao seu perfil e revisar a própria configuração para a ação.

  Phishing

 Ao contrário do que se imagina, o Phishing é uma armadilha que também existe para encurralar usuários do Facebook e não apenas internautas dos sites convencionais. Apresentam diversas formas e, aqui, podem aparecer em mensagens falsas que sinalizem que o perfil tem um pedido pendente de um amigo ou, então, que a página pessoal foi excluída. Ao clicar neste link, a pessoa é direcionada a uma página que imita o endereço original da rede social. Neste caso, os internautas devem ter cuidado, mais uma vez, ao clicar em endereços e ao visualizar mensagens, sempre buscando saber a procedência das informações. Além disso, acessar a rede social pela página oficial é a melhor opção.

  Enviar brincadeiras pelas redes

 Correntes com informações engraçadas, piadas e brincadeiras fazem partem do ambiente da internet e não é diferente nas mídias sociais. Geralmente, quem envia estes conteúdos pede para que a sua rede também redirecione a mais pessoas, pulverizando a informação. Apesar de não conterem links maliciosos, estes dados são difundidos na web como uma praga, espalhando rumores indevidos. Então, por quê receber e repassar mensagens falsas? Além de divulgar ideias ruins, o usuário fica suscetível a outros malefícios, que podem redistribuir um conteúdo mentiroso a toda a sua lista de contatos. Infelizmente, os criminosos virtuais estão se reinventando e criando, de forma constante, novos métodos para lesar os partidários das redes sociais. Por isso, estar ciente dos tipos de fraudes existentes é uma maneira de se precaver e manter o seu ambiente virtual seguro. Porém, se você já foi vitima de algum conteúdo malicioso nas mídias sociais a opção é limpar seu perfil completamente: remover posts ofensivos e aplicações duvidosas do seu mural e mudar a senha de acesso. Outra recomendação importante é conhecer a área de configurações do Facebook, pois nela é possível saber as melhores práticas para manter a privacidade da sua página e segurança da sua rede de uma forma geral.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Como controlar a privacidade do Facebook

A privacidade é uma das questões mais importantes para os usuários do Facebook. Com alguns cliques é possível escolher quem pode visualizar as publicações em que você foi marcador, as pessoas que podem postar na sua timeline e muitas outras opções. Confira o tutorial e não deixe que qualquer um tenha acesso a sua vida pessoal.
Passo 1. Clique na seta bem ao lado de “Página Inicial”, localizada à direita, perto de seu nome. Depois, aperte “Configurações de privacidade”. Uma tela como esta aparecerá para que você altere as configurações como desejar.



Passo 2. Para controlar o que você publicará em sua linha do tempo, escolha entre as opções: “Público” (qualquer pessoa no Facebook pode visualizar suas atualizações), “Amigos” (somente seus amigos podem vê-las) ou “Personalizado” (escolha quem da sua lista pode olhar e quem não deve acessá-las).
Caso você escolha uma dessas alternativas, mas na hora de postar algum conteúdo em seu mural decida alterar, basta selecionar na setinha e selecionar quem você quer que veja a sua publicação - como mostra a imagem abaixo.


 Passo 3. Na primeira opção “Como conectar”, clique em “Editar configurações” e escolha quem pode te encontrar no Facebook, enviar solicitações de amizade e mensagens. Após configurar cada opção, aperte “Done”.

 Passo 4. A segunda opção “Linha do tempo e marcação” serve para você selecionar quem pode publicar, ver o que as outras pessoas postam, decidir se as publicações em que você foi marcado apareçam e escolher quem pode acessá-las em sua linha do tempo.


 Passo 5. Na terceira opção, gerencie configurações de jogos, aplicativos e anúncios. Vale lembrar que, por padrão, os apps têm acesso à sua lista de amigos e as informações que você torna pública. Na configuração dos aplicativos, basta clicar em “Editar” ao lado do nome e escolher se deseja removê-lo, cancelar notificações enviadas pelo app e se autoriza que ele tenha acesso ao seu endereço de e-mail ou não.



Além de gerenciar aplicativos, há ainda as opções para configuração. Antes de escolher como editá-las, existe uma explicação prévia do que significa cada item.

Passo 6. Na quarta opção de privacidade, você pode gerenciar a visibilidade de publicações antigas. Vale lembrar que o conteúdo que foi compartilhado com amigos de amigos ou público na sua linha do tempo será alterado para amigos. Todas as pessoas que estão marcadas e seus respectivos amigos poderão visualizar essas publicações.



 Passo 7. A última opção é bastante útil para gerenciar pessoas e aplicativos bloqueados. É possível digitar o nome de uma pessoa de sua lista que você deseja bloquear, assim como desbloquear alguém bloqueado anteriormente. E se você não aguenta mais as solicitações de convites para jogos, aplicativos e eventos, bloqueie os pedidos digitando o nome de quem envia estes convites com frequência.